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dez 20 2013

10 jogos de Mega Drive que não são clássicos famosos, mas merecem ser conhecidos.

Normalmente os videogames que tiveram uma vida útil considerável acumularam no decorrer de sua comercialização uma quantidade de títulos suficiente para proporcionar anos de jogatina, e com o Mega Drive não podia ser diferente, afinal, foram aproximadamente 7 anos consecutivos de lançamentos.

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Ao terminar a sua era, o console deixou um legado de mais de 900 títulos, e mesmo que seja possível obter todos os jogos para serem executados em emuladores, ainda é muito fácil se perder na seleção daquilo que realmente pode valer a pena.

Neste post falarei sobre alguns jogos que não fizeram tanto sucesso ou não se destacaram entre os clássicos, mas que merecem um tempo para serem apreciados e conhecidos. Não há como falar de todas as pérolas esquecidas, então preferi separar 10 títulos na ordem de meu gosto pessoal, sendo que talvez você já tenha jogado alguns, ou até mesmo todos, mas creio que nunca é demais relembrar aquilo que é bom.

 

Introdução

Não pretendo detalhar demasiadamente cada título e este post não deve ser considerado um review. Apenas irei expor aquilo que me chamou a atenção nos jogos, minhas primeiras impressões, e um pouco sobre a jogabilidade, gráficos e os motivos que me levam a recomendá-lo.

 

Cover - Ooze10 – The Ooze

Este jogo conheci recentemente e não me lembro de tê-lo visto nas locadoras que frequentava na época.

Em The Ooze logo de início é apresentado uma sequência de quadrinhos mostrando basicamente o enredo. Para ser mais detalhado, você é um cientista que estava procurando por provas sobre crimes utilizando um gás que você mesmo criou, então descobre que na verdade os responsáveis pelo lugar pretendem liberar este gás para causar uma epidemia na população e ficarem ricos oferecendo a única cura disponível. O problema surge quando você é pego e o jogam em um duto de toxinas, e ao invés disso matá-lo, lhe transforma na gosma “Ooze”.

No jogo você controla este ser disforme com o objetivo de se vingar dos malfeitores, e pegar as 50 cadeias de DNA para voltar a sua forma humana. E prepare-se para ver o final ruim (sim, o jogo tem dois finais) caso não consiga pegar todas estas cadeias.

O estilo proposto neste título é inusitado, o que pode fazer florescer o ódio no coração de algumas pessoas ou pode despertar uma afinidade imediata. No meu caso fiquei no meio termo. Achei interessante a possibilidade de jogar com um personagem quase líquido que cresce ou diminui de tamanho conforme absorve itens ou é agredido pelos inimigos, o que torna a jogabilidade bem diferente do habitual, principalmente para a época.

O maior problema é que The Ooze não facilita a vida do jogador, causando momentos de grande frustração. Não é nada agradável morrer em poucos segundos ao encostar em algo sem perceber, ou ser presenteado com o game over logo na segunda fase.

Os gráficos são medianos, mas com efeitos legais. A música da primeira fase gruda na cabeça, porém, me parece que o mesmo capricho não foi dado para o tema das fases seguintes. Em todo caso, não há dúvidas de que The Ooze merece uma chance.

The Ooze 4-4

 


 

Cover - Gynoug

9 – Gynoug
(também conhecido como Wings of Wor)

Lembro-me como se fosse hoje. Minha irmã apareceu dizendo: -“Você precisa ir na casa da vizinha porque ela ganhou um Mega Drive mas não está conseguindo jogar”. Não preciso nem dizer a felicidade em ouvir isso em 1991, época em que o console era o ápice da tecnologia no Brasil. O pai da menina importou o videogame e trouxe um único cartucho, que por sinal era recém lançado, tanto que quando peguei no manual deu até um certo receio de tão novo que era. E foi assim que conheci o jogo Gynoug.

Esta foi uma das primeiras vezes que vi um Mega Drive, e quando ouvi a música, gráficos e efeitos que o console podia oferecer, fiquei louco, era incomparável ao meu singelo MSX Hot-Bit que estava tão acostumado.

Voltando aos dias atuais, ver Gynoug hoje me faz perceber o motivo da família da vizinha achar o jogo meio perturbador. O seu estilo é de um shooter, conhecido no Brasil também como “jogo de navinha”, mas neste caso você controla um anjo que luta com uma horda de demônios nem um pouco simpáticos.

Os mestres de fase tem uma aparência bastante particular, com detalhes complexos como veias, artérias, músculos, sangue e outras coisas representadas de forma bem sinistra.

Gynoug não é um jogo difícil e também não apresenta nenhuma novidade no gênero de shooters, mas só o fato de você não ver naves na tela e estar controlando um anjo que voa entre cavernas, nuvens e tecidos vivos se movimentando em tempo real, já torna a experiência interessante e divertida. Os gráficos são bons mas a música é um pouco “feliz demais” perto do clima sombrio, porém, não compromete de forma alguma a qualidade do título.

A experiência é muito boa, mas vale uma recomendação, não jogue ao lado de pessoas puritanas demais.

Gynoug 4-4


 

Cover - Sub-Terrania8 – Sub-Terrania

O enredo é direto e objetivo em Sub-Terrania: um raça alienígena desconhecida ataca uma colônia de mineração no subsolo e você tem a missão de controlar sozinho uma nave experimental para salvar os trabalhadores e atacar os alienígenas.

Em um primeiro momento dá a impressão de que estamos jogando uma cópia do antigo arcade Lunar Lander com gráficos melhorados, mas felizmente esta impressão desaparece quando vários elementos aparecem para acentuar o desafio logo na segunda fase.

Recomendo que seja observado com cautela o mapa no começo de cada fase para que você não saia atirando e voando por aí sem um objetivo em mente. No começo a coisa é fácil, mas depois o combustível se torna escaço e alguns inimigos destroem seu escudo com poucos tiros. Além destes detalhes, o controle é relativamente complexo e você precisa prestar atenção na movimentação de sua nave para não cometer suicídio raspando as laterais ou aterrizando incorretamente.

Existem algumas armas diferentes no meio do caminho que ajudam bastante, mas não são a resposta para todo tipo de problema. O fato é que Sub-Terrania exige não apenas uma boa experiência no controle, mas também uma bela dose de atenção para não perder tempo com pontos desnecessários da fase ou matando inimigos que poderiam ser deixados de lado.

Graficamente falando, o jogo é ótimo e tem uma arte bem produzida e detalhada. Os efeitos sonoros e música ficam devendo um pouco, mas conseguem se encaixar corretamente com a ação e ambiente.

Sub Terrania 4-4


 

Cover - Two Crude Dudes

7 – Two Crude Dudes
(também conhecido como Crude Buster)

Este jogo tive o prazer de conhecer na época. Eu já tinha um SNES e um amigo tinha um Mega Drive, então decidimos fazer um empréstimo e trocamos os consoles por uma semana, assim conheci o Two Crude Dudes.

Não posso considerá-lo um título tão desconhecido, nem mesmo posso dizer que ele não fez seu nome, pois graças ao fato de ser uma ótima conversão de um jogo de arcade, recebeu reviews positivos com boas notas em seu lançamento. Estou recomendando este jogo aqui pelo fato de que não é todo mundo que o conheceu no Brasil, pois não fez parte da lista dos clássicos famosos que rodavam nas locadoras.

Em Two Crude Dudes o melhor é curtir a jogatina com um amigo, assim os dois mercenários podem trabalhar em equipe para acabar com a organização terrorista chamada “Big Valley”, e retomar o controle de Nova Iorque após a detonação de uma bomba nuclear.

O jogo consegue ter um estilo beat’em up e plataforma ao mesmo tempo, isto é, os personagens não se movimentam em um plano para todos os lados igual a Double Dragon ou Final Fight. Na verdade Two Crude Dudes segue a linha de um jogo antecessor, chamado Bad Dudes vs Dragon Ninja, da mesma produtora (Data East).

Percebe-se um clima cômico no meio da ação, como por exemplo a presença de máquinas que recebem pancadas para soltar refrigerantes que dão energia, e o movimento engraçado que os personagens fazem ao vencer os chefes de fase.

Mas de todas as coisas, o ponto que torna o jogo mais divertido é a capacidade dos personagens em destruir, levantar e arremessar objetos imensos, desde carros, placas, pedras, postes, inimigos e até naves. A maioria das coisas na tela tem um tamanho maior do que o normal, algo que saltava aos olhos na época e ainda consegue agradar atualmente.

Os gráficos e músicas condizem com o gênero, remetendo a experiência de ter um arcade em casa. Vale a pena ligar o console em um aparelho de som para curtir os temas no maior estilo de filmes policiais dos anos 80.

Two Crude Dudes 4-4

 


 

Cover - Blades of Vengeance

6 – Blades of Vengeance

Este é um jogo indicado para aventureiros que desejem enfrentar um bom desafio em dupla, pois jogá-lo sozinho não é nada fácil, ao menos eu não fui muito longe.

Blades of Vengeance é um jogo de plataforma estilo medieval, onde é possível escolher três tipos de personagem, com um esquema meio típico de RPGs:

Caçadora: Utiliza espadas para movimentos rápidos e ataques a médias distâncias.

Guerreiro: Usa um machado e é mais forte, mas os ataques tem alcance limitado.

Mago: É o mais fraco, mas possui um cajado com um ataque de maior alcance.

No meio do caminho existem diversos tipos de itens, entre eles, sacos de moeda, anéis, encantos, poções e todo tipo de quinquilharia para destruir ou transformar os inimigos, bem como aprimorar seu personagem. Ao terminar uma fase é possível comprar vidas e mais itens.

A jogabilidade responde muito bem e não te deixa na mão, e isso é um ponto positivo pois a ação exige reflexos rápidos em muitos momentos. Outro recurso importante é poder observar os arredores do cenário, mantendo pressionado o botão C no controle, mas isso apesar de ser útil para evitar inimigos e armadinhas, às vezes corta o clima de ação e impede o avanço constante dos personagens.

Os gráficos são bons e a música segue bem o estilo de cada cenário e ação, tudo na medida certa, sem exageros.

Enfim, Blades of Vengeance é um título desafiador. Pode parecer simples logo de início, mas você perceberá que as armadilhas do cenário e aparecimento repentino dos inimigos podem testar até mesmo o jogador mais experiente. E vale um aviso: os “continues” só ficam disponíveis conforme o progresso no jogo, se perder todas as vidas na primeira fase você receberá um belo game over.

Blades of Vengeance 4-4


 

Cover - Steel Empire5 – Steel Empire
(também conhecido como Empire of Steel)

Ao começar a jogar o shooter Steel Empire, a primeira coisa que chama a atenção é o seu estilo steampunk, ou melhor, somos levados a um passado alternativo utilizando máquinas movidas a vapor com tecnologias avançadas.

Em cada fase você pode escolher se irá utilizar um dirigível, que é maior, mais forte e mais lento, ou um avião que lembra uma águia, que é menor, mais fraco e mais rápido. Eu pessoalmente não abro mão do dirigível 😉

A dificuldade é progressiva na medida certa e exige atenção, pois os inimigos vem de todos os lados. É possível atirar para frente ou para trás, e de acordo com a aeronave escolhida, há diferenças entre bombas e tiros. Em falar em tiros, uma vantagem atraente em Steel Empire é que seu nível de poder de fogo não é reiniciado ao morrer ou usar continues, o que é um alívio e tanto.

É impressionante que mesmo com a resolução e cores limitadas do Mega Drive,  os desenvolvedores conseguiram transmitir perfeitamente todos o conceito steampunk, resultando em gráficos que são uma obra prima: cenários bem distintos e detalhados, locomotivas com canhões imensos e armaduras de metal, aviões extravagantes, catapultas, motores à vapor, moinhos de vento voadores, balões, submarinos etc.

As músicas tem o estilo que remete a filmes antigos, o que não é exatamente o meu preferido, mas dentro do contexto faz todo sentido. Apenas os efeitos sonoros infelizmente não atingem a qualidade que o jogo merecia.

Para ficar perfeito só faltou um modo de dois jogadores, o que adicionaria um ótimo fator de replay ao título.

Steel Empire 4-4


 

Cover - Twinkle Tale

4 – Twinkle Tale

Como nasci na plataforma MSX e também joguei muito SNES, a primeira impressão que tive ao ver este jogo foi imaginar o casamento entre Knightmare e Pocky & Rocky.

Twinkle Tale é um shooter com o estilo run n’  gun, isto é, um jogo onde o personagem corre à pé atirando para tudo quanto é lado.

Provavelmente o que tornou este jogo desconhecido para algumas pessoas é o fato dele ter sido lançado somente no Japão, o que talvez se justifique pelo estilo, e uma produtora obscura ser responsável pelo título (Wonder Amusement Studio).

No primeiro contato você pode pensar que Twinkle Tale é um jogo “fofinho” e fácil, mas não se engane, em pouco tempo dá pra perceber que os inimigos não estão para brincadeira.

O esquema de tiros é muito bom, com três tipos sempre à disposição, podendo mirar para todos os lados. O tiro forte é o mais concentrado, o mediano tem uma abertura maior e o mais fraco segue os inimigos. Não há como dizer qual é melhor ou pior pois cada um deles é adequado de acordo com o momento. Também há três níveis de poder em cada tipo de tiro, resultando em mais projéteis simultâneos na tela. A magia também ajuda, principalmente nos mestres de fase.

O cenário não se desloca somente verticalmente como pode-se pensar no começo do jogo. Na segunda fase é possível perceber a movimentação em todas as posições, distinções de caminhos, portas etc. Ao entrar na cena do mestre de fase, o personagem passa a atirar somente para cima, se comportando como um shooter clássico.

Em Twinkle Tale pode-se destacar os ótimos gráficos, boas músicas e efeitos sonoros. Para ser justo, creio que não estarei errado se considerar este um dos melhores jogos run n’ gun para o console, superando até mesmo clássicos como Mercs e Undeadline.

Twinkle Tale 4-4


 

Cover - Soleil

3 – Soleil
(também conhecido como Crusader of Centy)

Não digo que sou muito fã de certos tipos de RPG, para ser sincero até hoje não encontrei a fórmula que me permitisse definir qual é o tipo de RPG que aprecio, simplesmente jogo alguns minutos e vejo se aquilo me agrada. No caso de Soleil, ele passou neste teste com louvor.

A diferença é que Soleil não é um RPG no sentido restrito da palavra, ele é considerado um Action RPG, pois mistura também componentes comuns em títulos de ação e aventura, o que torna o progresso mais dinâmico.

O jogo tem aquele estilo pseudo infantil, com personagens com traços de bonequinhos, cidades bonitinhas, e até alguns inimigos são meio “fofinhos”. Na época este jogo foi bem recebido pela crítica e também foi comparado com o Zelda (do SNES) pelas revistas especializadas, e não entenda isso como algo ruim, pelo contrário.

O interessante é que mais adiante você começa a perder a capacidade de falar com humanos, e ao invés disso, começa a falar com animais! Com isso você pode ficar amigo de alguns bichos que te ajudam no progresso da aventura, cada um com sua característica específica.

A história é bem legal e não vou ficar dando spoilers aqui, e nem recomendo que você sequer leia a Wikipédia. Se tiver dificuldades no inglês, aplique o patch e curta tudo em português, mas vou avisando que tem uns errinhos de tradução aqui e ali, porém, nada tão grave que atrapalhe na compreensão.

Os gráficos, músicas e som dão um show à parte, principalmente nas animações, que são bem suaves e agradáveis.

Enfim, Soleil é um título cativante e altamente recomendado para os fãs de RPG.

Soleil 4-4


 

Cover - Chiki Chiki Boys

2 – Chiki Chiki Boys

Este jogo de plataforma eu já conhecia dos fliperamas, e foi uma grata surpresa descobrir recentemente a conversão para Mega Drive, que é digna de nota.

A música é bem parecida com a versão do arcade, só faltando as baterias digitais. Os gráficos foram muito bem convertidos e a jogabilidade ficou intacta. Esta seria uma das conversões mais fiéis de arcade que o Mega Drive já recebeu, se não fosse por um detalhe crucial: a opção para dois jogadores foi removida!

Foi uma grande decepção ver que o melhor deste jogo não foi implementado. É até curioso pois existem as inscrições de “player 1” e “player 2”, parece até que foi removido o segundo jogador de última hora por algum motivo. Isso me fez lembrar da mesma decepção que tive ao conhecer o Final Fight do SNES, que também teve a opção para dois jogadores removida, e na época não fiquei convencido ao ler que os desenvolvedores afirmavam que o console não tinha poder para isso, fato este que foi desmentido nas continuações, pois o suporte a dois jogadores foi incluído.

Pelo menos em Chiki Chiki Boys todo o resto está presente, e qualquer simplificação passa quase que desapercebida, mesmo com a diferença gritante entre as 4096 cores do arcade contra as 64 cores do Mega Drive.

No decorrer do jogo, você deve pegar as moedas para comprar itens ao passar de fase, incluindo vidas, continues, energia, power ups etc, portanto, é bom ficar esperto e pegar o máximo de moedas possíveis para aumentar suas chances de sucesso.

Enfim, mesmo jogando sozinho, não há como não recomendar este título, pois a aventura é muito divertida e bem variada, com o personagem andando entre florestas, cavernas e castelos, nadando no fundo do mar, voando acima das nuvens e muito mais.

Chiki Chiki Boys 4-4


 

Cover - Eliminate Down1 – Eliminate Down

Este título é um fantástico shooter, sendo um jogo raríssimo de se achar em cartucho com caixa e manual original, considerado a pérola de qualquer colecionador sério. Para se ter uma ideia, quando se encontra este jogo em bom estado, o valor passa facilmente de 1000 dólares! Se procurar por aí é possível até mesmo achar uma versão americana a um preço baixo, mas já vou avisando que ela é PIRATA (apesar de bem feita), pois este título só foi lançado oficialmente no Japão e Coréia do Sul, motivo de não ser muito conhecido em nossas terras tupiniquins.

Em Eliminate Down você controla uma nave que possui três tipos de tiro que lhe acompanham no jogo inteiro, cada um com um tipo de direção diferente: frente, trás e diagonal. As armas são evoluídas em até 3 níveis e podem ser trocadas a qualquer momento. Também é possível alterar a velocidade da nave ao pausar.

Lendo isso talvez você possa pensar que são oferecidas opções demais para facilitar a vida do jogador, mas sem uma boa destreza e reflexos apurados, de nada adiantará ter todas as armas com o nível máximo.

A tela fica recheada de inimigos desde o primeiro instante e em poucos segundos você pode ficar cercado de naves e tiros, em situações onde suas manobras se limitam a um minúsculo espaço e qualquer erro pode ser fatal.

Eliminate Down é um jogo frenético de excelente qualidade, com gráficos acima da média, bons efeitos de rotação, inimigos desafiadores, mestres de fase imensos, cenários com vários planos, música eletrizante e ótima resposta de jogabilidade. Altamente recomendado para os fãs de shooters.

Eliminate Down 4-4

 


 

Conclusão

Espero que este post tenha mostrado ao menos um jogo que você ainda não conheça, e com isso lhe proporcione bons momentos de entretenimento.

O Mega Drive ainda possui muitas jóias perdidas no meio de sua vasta galeria, mas creio que ao levar a cabo os 10 jogos mostrados neste post, as férias já estarão garantidas para os amantes da plataforma.

Agradecerei muito a quem comentar aqui sobre suas experiências com os títulos deste post, e também sobre outros jogos que podem ser considerados desconhecidos.

Até a próxima!

9 comentários

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  1. Guiile3dfX

    Boa Mauro…muito boa a matéria…como sempre. Alias hj mesmo vou testar os Shumps, pq são bem bonitos graficamente e no estilo q curto.

    1. Mauro Xavier

      Opa, muito obrigado, amigo!

      Tenho certeza de que você não irá se arrepender de curtir os jogos.

  2. Luiz Eduardo

    Eu conheço uns desta lista… e faz pouco tempo.
    Estou para explorar mais (afundo) os jogos do MD e ando brincado com alguns destes. Pura coincidência ou sintonia você fazer essa matéria.
    Conhecia esses:
    1 – Eliminate Down
    2 – Chiki Chiki Boys
    5 – Steel Empire
    6 – Blades of Vengeance
    8 – Sub-Terrania
    9 – Gynoug

    Valeu.

    1. Mauro Xavier

      Isso prova algo que eu imaginava… Não é todo mundo que conhecia Two Crude Dudes e Soleil, mesmo que tenham recebido boas críticas em algumas revistas da época.

      Se eu falar que fico testando jogos desconhecidos nos emuladores, estarei mentindo. Comecei a testar coisas diferentes só quando peguei o Mega Everdrive, aí sim bateu a curiosidade de ver tudo rodando no hardware real, e até por isso conheci alguns títulos desta lista recentemente.

  3. Ila Fox

    Pena que não tive Mega Drive, então não conheço a maioria dos jogos mesmo, hehe. Mas eu acho que ia gostar do Chiki Chiki Boys! 😉

    1. Mauro Xavier

      Aproveite e pegue a versão do arcade, jogue com o RicBit que a diversão é garantida 😛

  4. Daniel Lemes

    Deu pra ver que você curte shooter, hein? Esse Ooze e o último nunca tinha ouvido falar, vivendo e aprendendo.

    1. Mauro Xavier

      Na verdade gosto um pouco mais de plataforma com ação, desde que bem feito, tipo Shinobi III ou Kid Chameleon, mas não dispenso também um bom shooter 😉

  5. kbk

    Muito boa a lista!

    Infelizmente só conhecia mesmo Two Crude Dudes e Gynoug (esse último nunca joguei, mas me lembro que sempre estava na locadora, quase nunca era locado).

    Já Two Crude Dudes o pai de nosso vizinho foi pro Paraguai (acho que em 1993) e trouxe vários jogos de Mega Drive para ele, um deles essa pérola de jogo! Jogamos demais esse jogo, muita risada mesmo!

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